Histórias da Vida Real - Pets

Licença remunerada é concedida à mulher para cuidar de seu cachorro!

16 de outubro de 2017

Imagine que você precisa faltar no seu trabalho para cuidar do seu cachorro ou gato que está gravemente doente, e nenhum centavo será descontado do seu salário no fim do mês. Ótima notícia, não é? Afinal, quem tem um pet em casa sabe como pode ser complicado quando eles estão doentes, principalmente quando o caso é mais grave.  Parece um sonho mas, na Itália, uma mulher conseguiu uma licença remunerada para cuidar de seu cachorro.


| A licença remunerada |

A Itália é um país conhecido pelo seu apreço e respeito muito grande pelos animais de estimação. Graças a isso, uma mulher conseguiu uma licença remunerada do trabalho para cuidar de seu cachorro doente. O animal, um Setter Inglês de 12 anos, precisou passar por uma cirurgia e necessitou de cuidados especiais. A licença remunerada foi de dois dias.

A mulher mora sozinha e precisou faltar ao trabalho para levar seu animal para o veterinário e cuidar dele. A folga remunerada foi conseguida através da Justiça e a mulher contou com o apoio jurídico da LAV (Liga Anti-Vivissecção), uma das maiores associações de proteção dos animais da Europa.


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licença remunerada

Foi alegado que a mulher, que trabalha em uma universidade de Roma, precisou faltar ao trabalho por “motivo pessoal grave ou familiar”. Para a ação, o argumento utilizado pelos advogados abrangeu uma lei italiana que estabelece uma multa de 10.000 euros, cerca de 37.000 mil reais, e uma pena de até um ano de prisão para quem abandonar o seu animal de estimação ou deixá-lo “em condições de sofrimento”.

Para o presidente da Liga Anti-Vivissecção (LAV), Gianluca Felicetti, essa vitória na justiça tem uma enorme importância e pode ajudar tutores na mesma situação, além de ver que um animal de estimação foi visto como “membro da família” pela justiça.

“Trata-se de um avanço significativo para reconhecer que animais que não são criados por motivos de ganho financeiro ou de trabalho são membros efetivos da família”, disse Gianluca Felicetti. “Agora, aqueles que estão na mesma situação poderão citar este importante precedente.”


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